Falando sobre o BBB

Esses dias, no Twitter (sempre nele), fizeram a agenda das tretas do ano de 2022, mês a mês. Era uma piada, claro, mas tenho plena certeza que acertarão as previsões mais do que eu por aqui, muito em função de que são tretas recorrentes como a questão do Ovo x Barra de Chocolate que temos na páscoa ou, o tema de hoje, BBB x Livros.

Como estou escrevendo um Blog sobre o que passa na minha cabeça, resolvi colocar aqui meia dúzia de palavra sobre a minha opinião nesse tema, que pode se resumir a uma palavra: Liberdade. (Ironicamente, dado o papel do Big Brother no livro 1984)

Eu não assisto o programa e confesso que fiquei um tanto assustado quando vi que estavam iniciando a edição 22, inclusive porque lembro das primeiras edições pois já não era criança (sim, estou velho). Mas o fato de não assistir não me torna mais culto ou inteligente do que quem assiste, indica apenas que temos gostos diferentes no que se refere a entretenimento. Tenho certeza que meu cérebro não estará desenvolvendo quando eu deixo de assistir para jogar Fifa ou ficar no Twitter.

O tempo é seu e você faz dele o que você bem entender. Se você (como eu) não queria nem é forçado a assistir o programa, não perturbe a paz nem julgue quem está lá assistindo.

Origem do Big Brother

O Big Brother (tradução literal seria Grande Irmão, mas a ideia é a de um irmão mais velho) era o sistema de supervisão que tomava conta de todos no clássico de George Orwell 1984. Os criadores do programa juram de pé junto que foi coincidência o nome, mas deram uma grana boa para os detentores dos direitos do livro antes da coisa ir para a justiça.

O livro, publicado em 1949, conta o futuro, no ano de 1984. Nesse futuro imaginado por Orwell temos uma sociedade igualitária, onde todos estão sendo constantemente vigiados pelas autoridades, sendo bombardeados pela propaganda do Partido Interno dizendo que “o Grande Irmão está te observando” (“Big Brother is watching you”).

6 comentários em “Falando sobre o BBB

  1. Eu não entro nessa treta de “cult”, até porque a parte dos entretenimento é o lado direto do cérebro. Não acho que quem vê é burro ou algo assim. Minha namorada é medica terminando um doutorado e gosta hahaha (fora o gosto por piseiro), podemos passar horas falando de anatomia e sei lá mais o que (algo que pra mim é grego). O mesmo vale para quem ouve Chopin, não significa que é cult ou nerd. Acho que temos gostos peculiares e todo mundo é bom em algo. Não gosto desse tipo de preconceito.

    Curtido por 1 pessoa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Crie seu site com o WordPress.com
Comece agora
%d blogueiros gostam disto: